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Perguntaram-me e eu respondi...

Ontem uma amiga perguntou-me: então viste o programa da Nanny? Ainda não escreveste nada sobre isso?!
Ao que eu lhe respondi: Não vi (fiquei elucidada com a apresentação), não faço intenções de ver, até porque não tenho interesse nenhum na desgraça alheia (tanto dos pais como dos filhos) e muito menos em gente que se alimenta deste tipo de sangue fácil! Li mundos e fundos sobre o assunto, porque por todo o lado se escreveu sobre isto, algumas opiniões sensatas, outras um completo disparate, e é tudo o que tenho a dizer sobre isto!
Sobre a exposição pública dos miúdos e da polémica à volta dos blogues e etc, tenho algum cuidado com os meus mas não sou fundamentalista, com todas as consequências que isso traz!
Nem de propósito, à noite quando assistia às noticias ouvi que em 2017, em Portugal, morreram 20 mulheres por violência doméstica, e agora, vamos todos a casa destas mulheres e alguns homens vê-los a levar na tromba?
Infelizmente a lista destes temas é extensa... Não quero com isto dizer que não se deve noticiar estes assuntos, mas para tudo na vida há um limite, uma linha às vezes ténue, para o que se pode e não pode fazer...

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O mês de Julho ficam na ilha com a avó Zezinha, vão a banhos todos os dias, têm aulas de natação logo pela manhã, brincam como lhes apetece e ficam tão cansados que à noite é vê-los tombar. O mês de Agosto vão a Portugal e ficam à responsabilidade da avó Barbara, adoram lá estar, fartam-se de passear, e na hora da despedida pedem sempre para ficar mais uns dias. Entre uma avó e outra passam 3 semanas com os pais. Depois, pais e filhos descansam uns dos outros, a avó Zezinha recupera as forças, e no início de Setembro voltam à ilha para se prepararem (que depois de 2 meses de boa vida é precisa muita mentalização) para mais um ano escolar, fazem revisões da matéria dada, compram-se os livros e materiais, mas continuam a ir a banhos até …

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